
Em de junho de 2009 eu postei três paginas sobre o mais famoso rival do Bill e em uma delas, o inesquecível discurso de Steve Jobs. Na época confessei que antes de ler o seu discurso eu o ignorava e sua genialidade não tinha o meu olhar.
Lembro-me que escrevi quando Melinda Gates confessou que o Bill lhe proibira assim como também os filhos do casal de comprarem o Iphone de Steve Jobs e de como disse que eu, diferente dela, jamais desejaria nada que não fosse da minha adorável Microsoft, etc. Mas de tudo que postei sobre Jobs o que mais me emocionou foi o que disse no texto abaixo, exatamente quando discursou sobre a morte.
“Minha terceira história é sobre morte. Quando eu tinha 17 anos, li uma frase que era algo assim: "Se você viver cada dia como se fosse o último, um dia ele realmente será o último". Aquilo me impressionou, e desde então, nos últimos 33 anos, eu olho para mim mesmo no espelho toda manhã e pergunto: "Se hoje fosse o meu último dia, eu gostaria de fazer o que farei hoje?" E se a resposta é "não" por muitos dias seguidos, sei que preciso mudar alguma coisa.Lembrar que estarei morto em breve é a ferramenta mais importante que já encontrei para me ajudar a tomar grandes decisões. Porque quase tudo - expectativas externas, orgulho, medo de passar vergonha ou falhar - caem diante da morte, deixando apenas o que é apenas importante. Não há razão para não seguir o seu coração. Lembrar que você vai morrer é a melhor maneira que eu conheço para evitar a armadilha de pensar que você tem algo a perder. Você já está nu. Não há razão para não seguir o seu coração."
Que bom, que você conseguiu o que muitos de nos não ousamos fazer, você, Steve Jobs, seguiu o seu coração. E o Nosso Senhor Jesus Cristo disse certa vez: “ O teu tesouro esta onde estara também o teu coração.”
Anunciada na semana passada em Seattle, cidade natal de Bill Gates e a mesma onde fica a sede da Microsoft, o resultado do Grand Challenges Explorations, nos Estados Unidos, o pesquisador Antonio Ferreira Ávila, da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), foi o único brasileiro galardoado, entre outros 88 cientistas de 25 países, com o prêmio.
O que eles não entendem nem compreendem e o que boa parte do mundo também e, se perguntam é: o que faz esse homem se doar com tamanho desprendimento?








